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terça-feira, 3 de março de 2020

MP trabalhará com grupo especial para monitorar coronavírus, em Goiás

O Centro de Operações de Emergências (COE) do Estado de Goiás será integrado pelo Ministério Público para monitorar ações sobre coronavírus.


Imagen: TV Brasil


02/03/2020, 20h54


O Centro de Operações de Emergências (COE) do Estado de Goiás será integrado pelo Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) para monitorar ações relacionadas ao coronavírus.
O COE é um grupo composto por uma equipe multiprofissional. O objetivo é definir e monitorar ações de vigilância epidemiológica, assistência e comunicação relacionadas ao coronavírus.
O movimento permitirá uma possível intervenção dos promotores de Justiça junto aos municípios. Isso também permitirá ao Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Goiás (Cosems-GO).

A criação do COE para enfrentar o coronavírus em Goiás

Primeiramente, o COE entrou em ação dia 18 de fevereiro de 2020. O centro foi responsável pela criação do Plano Estadual de Contingência para o Enfrentamento da Infecção Humana pelo Novo Coronavírus (Covid-2019).
Além disso, o COE inclui secretarias municipais de Saúde, os Conselhos Regionais de Medicina e de Enfermagem, Corpo de Bombeiros Militar, Anvisa e Infraero.

O COE já foi responsável pela Oficina Coronavírus Covid-19, no último dia 21 de fevereiro. O objetivo foi preparar e organizar os serviços de saúde estadual e municipais para as ações de vigilância e assistência à saúde para detecção, monitoramento e resposta.

433 casos do Covid-19, no Brasil

O Brasil tem, atualmente, 433 casos suspeitos de coronavírus. O número de casos confirmados continua sendo dois, ambos em São Paulo. Todas as regiões do país têm casos suspeitos, sendo São Paulo o estado com o maior número de casos suspeitos, com 163.
Além disso, até o momento, são 162 casos descartados, sendo que a maioria tinha Influenza A e Influenza B.
Ontem eram 252 casos suspeitos. O aumento do número de suspeitos tem relação com a mudança de metodologia do Ministério da Saúde para considerar um paciente suspeito. Desde o final de fevereiro, o ministério decidiu não fazer reanálise dos casos notificados como suspeitos pelas secretarias estaduais de saúde. Assim, a avaliação local é considerada pelo governo federal.

Fonte: MPGO 



Via: Dia Online

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