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quarta-feira, 15 de abril de 2020

Pré-candidatos a prefeito esquentam debate político após suspensão de contratos temporários

Decreto provoca bloqueio de atividades e pagamentos de 3 mil profissionais na Prefeitura de Goiânia; Educação é a área mais afetada

Debate eleitoral esquentou após demissões na prefeitura. Foto: Divulgação



Samuel straioto
Do Mais Goiás | Em: 15/04/2020 às 10:14:58



Pré-candidatos ao cargo de prefeito (a) de Goiânia se manifestaram contrários à suspensão de contratos temporários na administração municipal. A medida afeta, principalmente, funcionários ligados à Educação. Adriana Accorsi (PT), Talles Barreto (PSDB), Elias Vaz (PSB) e Dra. Cristina (PL) se movimentaram em torno do assunto, esquentando o debate político no cenário pré-eleitoral goianiense.

Dra. Cristina pretende apresentar nesta quarta-feira (15), na Câmara Municipal de Goiânia, decreto legislativo que visa suspender o decreto do prefeito Iris Rezende, na parte que trata da suspensão de contratos temporários. A parlamentar discorda da ação tomada pela administração.

Elias Vaz protocolou no Tribunal de Justiça pedido de liminar para suspender o decreto. A alegação do pré-candidato, é que a legislação não permite a suspensão desse tipo de contrato. Houve a crítica de que os profissionais não têm direito a seguro-desemprego nem ao auxílio de R$ 600 aprovado pelo Congresso. A lei barra o benefício para quem ocupa cargos temporários.

Talles Barreto também teceu críticas. Ao usar o pequeno expediente na Assembleia Legislativa na sessão ordinária remota desta terça-feira (14) reforçou posicionamento contrário aos cortes da prefeitura de Goiânia. O parlamentar questionou que a Educação não pode ser tratada simplesmente como gasto e defendeu que recursos devem vir de outros campos.

Já Adriana Accorsi declarou que a Prefeitura de Goiânia continua as obras – que na avaliação dela não são emergenciais – enquanto demite trabalhadores. A parlamentar também defendeu que outros cortes pudessem ser feitos.  Ela lembrou que o decreto atinge mais de 27 mil servidores da ativa, com o corte de horas extras, auxílio transporte e gratificações.


Via: Mais Goiás


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