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quarta-feira, 27 de maio de 2020

Prefeitura de Goiânia nega pedido para reabertura do comércio

Possível flexibilização, pedida por empresários, foi discutida em uma reunião extraordinária do Comitê de Crise do município, ocorrida na manhã desta quarta-feira (27/5).

Foto: Reprodução/Prefeitura de Goiânia



27/05/2020, 14h26



Diante da situação epidemiológica na capital, a Prefeitura de Goiânia negou um novo pedido para reabertura do comércio. A possível flexibilização, pedida por empresários, foi discutida em uma reunião extraordinária do Comitê de Crise do município, ocorrida na manhã desta quarta-feira (27/5). O tema deve ser pauta de uma nova reunião.
Segundo informações, os empresários pressionaram pela reabertura das lojas no início de junho, visando as vendas para o Dia dos Namorados, celebrado no dia 12. No entanto, até o momento, a Prefeitura de Goiânia decidiu manter em vigor o decreto de 19 de abril, com medidas de restrição no combate ao coronavírus.

Prefeitura de Goiânia negou reabertura do comércio devido atual cenário epidemiológico

Como justificativa, a secretária Municipal de Saúde, Fátima Mrué, explicou sobre o atual cenário na capital, que, em 24 horas, confirmou quase 100 casos de pessoas infectadas pelo vírus. Goiânia já tem mais de 1.500 casos confirmados da doença e 47 mortes. Diante dos números, a flexibilização só será autorizada com parecer da SMS.
De acordo com a titular da pasta, a Prefeitura prepara um plano de retorno escalonado das atividades, para apresentar ao empresariado goiano. Nesta quarta, foram recebidos no Paço representantes de sindicatos do comércio, federação e associações.


Escalonamento para o comércio de Goiânia

Está em vigor o decreto que traz o escalonamento para o funcionamento das atividades essenciais. Medida, que agora é obrigatória, tem como objetivo evitar a aglomeração nos terminais de ônibus da capital.
Ficam mantidos os horários normais de início do expediente para os seguintes estabelecimentos:
  • Templos religiosos e congêneres jornais e emissoras de rádio e TV;
  • Hospitais em geral;
  • Clínicas e hospitais veterinários;
  • Restaurantes e lanchonetes em postos de combustíveis situados às margens de rodovias;
  • Empresas de energia elétrica, saneamento, telecomunicação;
  • Empresas de segurança privada;
  • Agências bancárias e agências lotéricas;
  • Feiras livres;
  • Atividades de transporte;
  • Indústrias que estejam produzindo equipamentos e insumos para auxílio no combate à pandemia;
  • Cemitérios e serviços funerários;
  • Call centers (geral) e serviços de internet;
  • Estabelecimentos de ensino privado;
  • Hotelaria e congêneres;
  • Atividades de assistência social;
  • Prestação de serviços vinculados a reparos emergenciais, como chaveiro, encanador e eletricista;
  • Prestação de serviços de assistência técnica à rede de saúde pública e privada;
  • Clínicas e consultórios médicos;
  • Clínicas e consultórios de psiquiatria e psicologia;
  • Clínicas e consultórios odontológicos;
  • Clínicas e consultórios dos demais profissionais liberais da área de saúde;
  • Envasadoras de gás.


Via: Dia Online


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