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quinta-feira, 25 de junho de 2020

O Governo de Goiás continua firme no combate à sonegação e atuando contra a concorrência desleal. A Delegacia de Fiscalização de Goiânia (DRF), da Secretaria da Economia, realizou nesta terça-feira (23/06) a Operação Lisura, em um trabalho integrado com a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT), da Polícia Civil. Os alvos foram duas empresas do ramo alimentício e um escritório de contabilidade, em Inhumas e Anápolis. O grupo é suspeito de fraudar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o enquadramento no regime do Simples Nacional. A investigação revelou que os três empreendimentos pertenciam a um mesmo grupo e utilizavam empresas registradas em nome de terceiros (laranjas) com objetivo de sonegar ICMS. A operação cumpriu seis mandados de busca e apreensão. De acordo com a Polícia Civil, os investigados transferiram fraudulentamente uma empresa de fachada para o nome de uma mulher em Goiânia e utilizavam esse CNPJ para a emissão das notas fiscais das empresas verdadeiras do grupo a fim de sonegar impostos. Na análise dos documentos, o fisco estadual apurou que um dos motivos da fraude seria, além de sonegar, evitar a exclusão da empresa do Simples Nacional, já que o teto de faturamento para se enquadrar no regime diferenciado é de R$ 4,8 milhões por ano. “Identificamos, preliminarmente, que em dois anos e meio as empresas movimentaram cerca de R$ 30 milhões, e nem 30% disso foi declarado”, explicou o delegado Gerson Segundo, titular da Delegacia Fiscal de Goiânia e Região Metropolitana. Durante a ação, foram apreendidos documentos e realizadas cópias do banco de dados, além de identificadas outras empresas que podem estar ligadas ao mesmo grupo. Na parte fiscal, os auditores irão analisar as relações financeiras e fiscais para identificar os tipos de fraudes cometidos, a interligação das pessoas jurídicas e determinar a multa. Secretaria de Economia - Governo de Goiás

Fisco desarticula grupo que usava empresas de alimentação e escritório de contabilidade em crimes de sonegação e enriquecimento ilícito



O Governo de Goiás continua firme no combate à sonegação e atuando contra a concorrência desleal. A Delegacia de Fiscalização de Goiânia (DRF), da Secretaria da Economia, realizou nesta terça-feira (23/06) a Operação Lisura, em um trabalho integrado com a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DOT), da Polícia Civil.

Os alvos foram duas empresas do ramo alimentício e um escritório de contabilidade, em Inhumas e Anápolis. O grupo é suspeito de fraudar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o enquadramento no regime do Simples Nacional.

A investigação revelou que os três empreendimentos pertenciam a um mesmo grupo e utilizavam empresas registradas em nome de terceiros (laranjas) com objetivo de sonegar ICMS. A operação cumpriu seis mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, os investigados transferiram fraudulentamente uma empresa de fachada para o nome de uma mulher em Goiânia e utilizavam esse CNPJ para a emissão das notas fiscais das empresas verdadeiras do grupo a fim de sonegar impostos.

Na análise dos documentos, o fisco estadual apurou que um dos motivos da fraude seria, além de sonegar, evitar a exclusão da empresa do Simples Nacional, já que o teto de faturamento para se enquadrar no regime diferenciado é de R$ 4,8 milhões por ano.

“Identificamos, preliminarmente, que em dois anos e meio as empresas movimentaram cerca de R$ 30 milhões, e nem 30% disso foi declarado”, explicou o delegado Gerson Segundo, titular da Delegacia Fiscal de Goiânia e Região Metropolitana.

Durante a ação, foram apreendidos documentos e realizadas cópias do banco de dados, além de identificadas outras empresas que podem estar ligadas ao mesmo grupo. Na parte fiscal, os auditores irão analisar as relações financeiras e fiscais para identificar os tipos de fraudes cometidos, a interligação das pessoas jurídicas e determinar a multa.

Secretaria de Economia - Governo de Goiás


Via: Governo de Goiás


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