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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Agrodefesa alerta para finalização da colheita de girassol

Este ano, por causa do atraso no plantio da cultura, o prazo foi excepcionalmente dilatado para 25 de julho



Os produtores devem concluir até o próximo sábado, dia 25, a colheita de girassol, conforme estabelecido na Instrução Normativa nº 04/2020 da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), órgão do Governo de Goiás. Em todas as safras, o normal é que a colheita seja concluída em 30 de junho, data definida pela Instrução Normativa nº 8/2017. Este ano, por causa do atraso no plantio da cultura, o prazo para a colheita foi excepcionalmente dilatado.

O presidente da Agrodefesa, José Essado, explica que a extensão do prazo levou em conta justificativas técnicas apresentadas por empresas e produtores de girassol, alegando que teriam perdas com a colheita até 30 de junho, já que naquela data muitas lavouras ainda não tinham completado seu ciclo natural.

Em função disso, o vazio sanitário da soja, que começou em 1º de julho também foi modificado em relação às áreas cultivadas com girassol. Nestes locais, há ocorrência de plantas voluntárias de soja, principalmente nas linhas.

Condições

Conforme estabelecido na Instrução Normativa nº 04, só podem permanecer no campo para colheita até 25 de julho as lavouras que tecnicamente não estão em estágio de colheita. Os produtores de girassol são obrigados a destruir toda e qualquer planta voluntária de soja nas imediações das lavouras de girassol, permitindo que aquelas no interior da cultura permaneçam sem obrigação de destruição até o fim da colheita.

Contudo, é obrigatória a erradicação imediata, seja física ou química, de toda e qualquer planta voluntária de soja, até no máximo cinco dias após a colheita do girassol. Nesta safra, Goiás deve ocupar o segundo lugar nacional na produção de girassol, com área plantada de 20.813 hectares e produção esperada de 34.364 toneladas, com rendimento médio de 1.651 quilos por hectare.

A Agrodefesa alerta que, a partir de 31 de julho, o monitoramento e fiscalização do vazio sanitário da soja será intensificado pelos fiscais, em todo o Estado e em todas as áreas cultivadas com soja e com girassol, já que até 30 de setembro não pode haver plantas voluntárias de soja no campo sob qualquer hipótese. Todos esses cuidados são para minimizar o problema da ferrugem asiática nos plantios de verão, que começam em outubro.

Assessoria de Comunicação Agrodefesa – (62) 3201-3546


Via: Governo de Goiás


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