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sexta-feira, 17 de julho de 2020

Dgap já produziu mais de 300 mil máscaras com mão de obra carcerária

Cerca de 100 presos trabalham na fabricação dos itens em sete unidades e na indústria no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia



A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP)já produziu 311.705 (trezenas e onze mil e setecentas e cinco) máscaras de proteção facial, até esta segunda-feira, 13/07, para distribuição a servidores penitenciários e entidades parceiras da instituição.  A máscara também é utilizada por presos em deslocamentos, seja em escoltas ou nas áreas comuns dos presídios.

A produção, sob controle de gestão da Gerência de Produção a Agropecuária e Industrial, pertence à Superintendência de Reintegração Social e Cidadania (Supresc) da DGAP, consiste em 85% de máscaras de TNT e o restante em tricoline e brim. Do total fabricado, 159.856 já foram entregues dentro do sistema prisional goiano, para proteção dos servidores penitenciários.

Até o momento, a produção desses materiais está ocorrendo em oito localidades: Unidades Prisionais Regionais de Quirinópolis, Minaçu, Orizona, Ceres, Jaraguá, Formosa, Feminina de Luziânia e Indústria do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia. Cerca de 100 presos estão envolvidos nessa fabricação, entre eles alguns beneficiados com a remição da pena pelo trabalho, em conformidade e outros com remuneração do Estado, conforme a legislação.

Para o Diretor-geral de Administração Penitenciária, coronel Agnaldo Augusto, “o Estado tem um ganho imenso e economiza com esse trabalho”. “O Estado não tem poupado esforços na contenção da Covid-19, no sistema prisional goiano.  As ações têm como prioridades a atenção à saúde do servidor, da população carcerária e o controle da ordem e disciplina nas unidades prisionais”, destaca o diretor-geral.

“Estamos com todos os servidores do órgão envolvidos e comprometidos nessas causas, empregando alto esforço e qualidade”, completou ele. A produção das máscaras foi iniciada ainda no mês de março deste ano, logo após o início da doença em Goiás.  Aos poucos, o trabalho foi se espalhando pelas unidades prisionais onde já funcionavam polos fabris da DGAP para ocupação de mão de obra carcerária.

Assim que o novo coronavírus foi classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como pandemia, a DGAP instalou o Comitê de Gerenciamento de Crise no enfrentamento ao coronavírus, o qual teve como uma das primeiras ações atender a necessidade de materiais e insumos de proteção dos servidores. A produção possibilitou várias parcerias do órgão com  empresas privadas, ONGs, Poder Judiciário, OAB-GO, Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Estado, Polícia Militar, hospitais, poderes municipais, entre outras, com contrapartida da produção para o sistema prisional goiano.

A distribuição dos itens produzidos nos oito polos fabris da DGAP, sob gestão do Comitê de Gerenciamento de Crise da DGAP no enfrentamento ao coronavírus, ocorre pela Gerência de Apoio Administrativo e Logístico, pertencente à Superintendência de Gestão Integrada (SGI) da instituição, a partir da seção de almoxarifado do órgão, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.

Foto: Dgap

Comunicação Setorial Diretoria-Geral de Administração Penitenciária


Via: Governo de Goiás


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