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domingo, 28 de março de 2021

Prefeitura de Goiânia divulga decreto com abertura das atividades

Em coletiva de imprensa neste sábado (27/2), prefeito Rogério Cruz afirmou que a medida foi tomada após Goiânia mostrar tendência de estabilidade de casos de Covid-19



Começa a valer na próxima quarta-feira (31/3) o decreto com as novas medidas de enfrentamento à Covid-19 na capital. O documento apresenta o modelo de revezamento 14x14, com abertura das atividades econômicas da capital, conforme decisão do prefeito Rogério Cruz anunciada após reunião com representantes do Governo de Goiás, Câmara Municipal e setor produtivo.


O decreto anterior será válido por mais dois dias, até terça-feira (30/3), para que igualar a partir de quarta-feira (31/3) as restrições em todo estado de Goiás. "Não seria conveniente antecipar o nosso decreto neste momento. Geraria muita confusão dos goianienses e dos goianos", explicou o prefeito.

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Rogério Cruz disse ainda que a medida foi tomada após Goiânia mostrar uma tendência de estabilidade de casos de Covid-19. O secretário municipal de saúde, Durval Pedroso, complementou afirmando que a tendência mostrada no boletim epidemiológico “permite que as pessoas possam trabalhar com segurança”.


Durval ressaltou que a situação ainda é preocupante, mas estável, com menor transmissibilidade. “O mais importante é entender que a infecção é verdadeira. Esperamos do cidadão o compromisso e a responsabilidade de seguir as normas sanitárias.”


Atividades com horários diferenciados


Pelo novo decreto, os horários das atividades serão diferenciados. Um dos objetivos é manter o embarque prioritário no transporte coletivo. Haverá reavaliação da situação ao final dos quatorze dias de abertura.


Confira os detalhes do revezamento do comércio na capital, válidos a partir da próxima quarta-feira (31/3):


I - horário de funcionamento:

a) das 9h (nove horas) às 17h (dezessete horas) para estabelecimentos de comércio, exceto aqueles especificados neste parágrafo;

b) das 12h (doze horas) às 20h (vinte horas) para estabelecimentos de serviços, exceto aqueles especificados neste parágrafo;

c) das 11h (onze horas) às 23h (vinte e três horas) para bares e restaurantes;

d) das 10h (dez horas) às 22h (vinte e duas horas) para shopping center, galeria, centro comercial e congêneres;

e) das 12h (doze horas) às 21h (vinte e uma horas) para salões de beleza e barbearias;


II - cultos, missas, celebrações e reuniões coletivas das organizações religiosas:

a) lotação máxima de 30% (trinta por cento) de sua capacidade de pessoas sentadas;

b) intervalo mínimo de 3 (três) horas entre as missas, cultos e reuniões similares para realizar a limpeza e desinfecção das superfícies dos ambientes;


III - bares e restaurantes: lotação máxima de 50% (cinquenta por cento) da capacidade de pessoas sentadas, autorizada a apresentação, exclusivamente, de música ao vivo do tipo “voz e violão” limitada a 2 (dois) integrantes;


IV - academias, quadras poliesportivas e ginásios:

a) lotação máxima de 30% (trinta por cento) da capacidade de acomodação;

b) horário de funcionamento das 6h (seis horas) às 22h (vinte e duas horas);


V - estabelecimentos privados de ensino regular nas etapas infantil, fundamental e médio:

a) limitado à capacidade que assegure distância de 1,5m (um vírgula cinco metros) entre os alunos, professores e demais funcionários nas atividades educacionais presenciais;

b) adotado o critério de 2,25 m2 (dois vírgula vinte e cinco metros quadrados) por aluno para efeito de cálculo da capacidade de cada ambiente de sala de aula;


VI - cursos livres: limitado à lotação máxima de 30% (trinta por cento) de sua capacidade de acomodação, nas atividades presenciais;


VII - estabelecimentos destinados à prática de esportes coletivos com a participação de no máximo 4 (quatro) integrantes;


VIII - serviços de saúde públicos e privados: atendimento ambulatorial em 50% (cinquenta por cento) da capacidade máxima, mediante agendamento prévio;


IX - atividades de construção civil: funcionamento exclusivamente de segunda a sexta, desde que seja fornecido transporte próprio aos empregados;


X - feiras livres e especiais, vedado o funcionamento de restaurantes e praças de alimentação, o consumo de produtos no local e a disponibilização de mesas e cadeiras aos frequentadores:


Confira o decreto na íntegra aqui


Ana Paula Almeida, da Diretoria de Jornalismo


Fonte: Prefeitura de Goiânia


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